A leitura de imagens é de grande valia na educação infantil


A leitura de imagens é de grande valia na educação infantil

A escola precisa repensar urgentemente a sua relação com os Meios de Comunicação, deixando de ignorá-los ou considerá-los inimigos. A escola também não pode pensar em imitá-los, porque nos Meios predomina a função lúdica, de entretenimento, não a de organização da compreensão do mundo e das atitudes."

"A escola pode e precisa estabelecer pontes com os Meios de Comunicação. Pode utilizá-los como motivação do conteúdo de ensino, como ponto de partida mais dinâmico e interessante diante de um novo assunto a ser estudado. Podem os Meios apresentar o próprio conteúdo de ensino (...) bem como ser, eles próprios, objeto de análise, de conhecimento."

"Os Meios de Comunicação - o jornal, o rádio, a televisão, o cinema - podem ser utilizados como ponto de partida de um novo assunto, como pesquisa prévia para debates, como motivação, como estímulo."

"Os Meios podem ser utilizados também como conteúdo de ensino, como informação, como forma de passar conteúdos organizados, claros e seqüenciados, principalmente o vídeo instrucional, educativo o qual é útil para o professor, porque lhe dá a chance de completar as informações, de reforçar os dados passados pelo vídeo. Eles não eliminam o papel do professor; ao contrário, ajudam-no a desenvolver sua tarefa principal, que é a de obter uma visão de conjunto, educar para uma visão mais crítica."

"A escola precisa, enfim, no seu Projeto Educativo, considerar a questão dos Meios de Comunicação e da comunicação como parte integrante - e não marginal - do processo educativo integral do novo aluno-cidadão, visando construir uma sociedade realmente democrática."
Publicação: Série Idéias n.9. São Paulo: FDE, 1994
Páginas: 21-28

Artes na Educação Infantil

Tons e cores.

(Educação infantil)

Objetivo: Proporcionar a descoberta de novas cores e tons.


Sunflowers – Van Gogh





Iniciaremos a aula com uma conversa sobre as variedades das cores, dos tons e a diversidade de cores que podemos obter quando misturamos uma cor com a outra. Para ilustrar melhor, levaremos obras do Candido Portinari e Van Gogh, a fim de mostrar as cores e os tons utilizados nas pinturas.
Com tinta guache e muita mistura, iniciaremos nosso trabalho na intenção de obter diferentes tons e cores. Com essa mistura descobriremos tons de azuis, rosas, verdes, enfim criaremos uma variedade de cores.

2ª Aula – Cores Primárias

(Educação Infantil)

Objetivo: Explicar a origem das cores


A intenção desta aula é apresentar para as crianças as cores primárias. Mostraremos as cores primárias e explicaremos o porquê elas são chamadas desta forma.
Explicaremos que o amarelo, o vermelho e o azul são chamadas de cores primárias, porque são com elas que formamos outras cores.


AMARELO
VERMELHO
AZUL


Como por exemplo:



AMARELO+ VERMELHO = LARANJA ou VERDE ou também VIOLETA

Após a explicação faremos misturas de cores em copinhos plásticos e com pincéis pintaremos um desenho entregue pela professora.



3ª Aula – Arte com giz de cera

Objetivos: Propiciar momentos de descoberta

(Educação Infantil)



Para essa aula apresentaremos uma atividade diferente. Iniciaremos a aula com uma conversa sobre a arte e de que forma ela acontece e logo após começaremos a atividade.
Primeiramente distribuiremos folhas de papel sulfite e giz de cera para os alunos.
Logo após dobraremos a folha no meio e apontaremos o giz produzindo assim as raspas do giz de cera, usaremos diversas cores para que o trabalho fique bem colorido. Em seguida espalharemos as raspas do giz na folha de papel (dobrada) passamos o ferro de passar (quente) em cima, aquecendo e derretendo assim o giz de cera, proporcionando formas e cores diferentes.



4ª aula – Técnica Pintura com Terra e Cola

Objetivos: Apresentar com um material não convencional uma diferente maneira de se fazer tinta

(Educação Infantil)

Apresentaremos nesta aula a técnica de pintura com terra e cola branca.
Pediremos para as crianças trazerem de suas casas um pouco de terra seca do jardim ou de um vaso.


Pegaremos copos plásticos e misturaremos a terra com a cola, numa quantidade que fique numa textura nem muito líquida e nem muito espessa.
Mostraremos para as crianças as diferentes tonalidades de marrom que surgiram devido à diferença da cor das diferentes terras trazidas por elas.
A seguir entregaremos uma folha e um pincel para cada criança e pediremos para que elas desenhem livremente com aquela “tinta” formada pela mistura da terra e da cola.

5ª aula – Técnica Pintura com Pasta de Dente Colorida com Anilina
Objetivos: Explorar a criatividade usando material de higiene para fazer arte

(Educação Infantil)



Solicitaremos para cada criança, que tragam de casa um tubo pequeno de pasta de dente (de preferência branca).

Na sala de aula, colocaremos as pastas de dentes em copos plásticos e tingiremos com anilina de diferentes cores.

Reuniremos as crianças de modo que possam usar as cores uns dos outros e entregaremos uma folha de papel canson, por se mais espessa e pela cola ser mais pesada em relação à outra tinta.

Pediremos que façam desenhos usando o dedo e a tinta feita com a pasta de dente e observem a diferença na textura e no cheiro.



6ª aula – Técnica de Pintura com espuma

Objetivos: Apresentar nova técnica de pintura substituindo o pincel pela espuma

(Educação Infantil)



Explicaremos para as crianças a técnica de pintura usando uma espuma. Mostramos as possibilidades de criações feitas com este material. Cada maneira de usar a espuma cria um efeito diferente, por exemplo: dando breves batidinhas de tinta com a espuma no papel, arrastando a espuma com tinha e até criando uma textura diferente usando uma quantidade de tinha maior.

Entregaremos para cada criança um pedaço de espuma, tinta guache de diferentes cores e uma folha de papel canson e pediremos que elas façam desenhos usando as diferentes formas de pintura com a espuma que foram apresentadas.

Esquema Corporal e Órgãos dos Sentidos:

Projeto: Esquema Corporal e Órgãos dos Sentidos:

Alunos Atendidos: Crianças no período Pré-Escolar – 1o ou 2o ciclo de Educação Infantil.

Período: _____________________.( Mês em que será trabalhado)

Duração: De duas a três semanas.

Objetivos:

No final do projeto os alunos deverão ser capazes de:

· Identificar todas as partes do corpo;

· Conhecer as partes do corpo;

· Reconhecer os sentidos;

· Identificar e diferenciar as partes do próprio corpo com as partes do corpo dos amigos;

· Vestir-se e desvestir-se sozinhos.

O professor deverá:

· Estimular as crianças a: rolar, agarrar, sentar, engatinhar, andar em um pé só, andar sobre linhas – Trabalhando assim atividades de Psicomotricidade;

· Estimular o raciocínio e a atenção;

· Estimular a Socialização

· Estimular as crianças a explorar todos os 5 sentidos de forma abrangente.

Culminância:

· Ginástica orientada com músicas;

· Montagem de um mural e de dois bonecões para brincar e enfeitar a sala de aula.

“O coração da criança é campo favorável a semeadura do bem”

Iniciando o projeto com uma dinâmica...

Auto-retrato:

Objetivo:

· Explorar a forma corporal como veículo de mobilização da fantasia e da criação.

Desenvolvimento:

· Num primeiro momento organizar a turma em trios e propor a brincadeira do “João Bobo” – Em que um aluno fica no centro com o corpo rígido deixando-se movimentar para frente e para trás pelos dois colegas.

· Numa segunda brincadeira, ainda nos trios, propor que um aluno seja uma “marionete”- deixando os outros dois colegas manipularem seu corpo, adaptando-o a diferentes posições, de acordo com situações ou sentimentos que queiram expressar. Sugerir que revezem dentro do grupo de três.

· Numa terceira brincadeira o professor deve orientar, com uma música clássica ao fundo, que os alunos, de olhos fechados, toquem cada parte do corpo: cabeça, cabelos, rosto, braços, mãos, pernas, pés, barriga etc.

· Em seguida, cada aluno deitará em uma folha grande o suficiente para que a professora ou os colegas contornem o perfil do seu corpo;

· Todos com seus perfis contornados deverão completar a figura de seu corpo acrescentando detalhes que o identifiquem;

· É interessante que tenha um espelho grande, onde o aluno consiga se ver inteiro e observe cada detalhe antes de desenhar;

· Concluir com a montagem de um mural com os auto-retratos do tamanho natural das crianças.

Na “rodinha”:

· Num segundo momento o professor deve conversar de forma informal sobre cada parte do corpo: boca, nariz, orelhas, braços, mãos, tronco, pernas, pés...

Para que servem? – O professor deve provocar as crianças com esta pergunta para

Cada parte do corpo que for citada.

· Deixar que os alunos se expressem livremente, fazendo as devidas colocações e orientações.

· Ao fim da conversa sugerimos o trabalho com as músicas já bastante conhecidas em sala de aula, as quais as crianças adoram e encontram-se em um dos CDs que acompanha o presente projeto:

1 - Partes do Corpo:




Cabeça, ombro, joelho e pé.

Cabeça, ombro, joelho e pé.

Olhos, ouvidos, boca e nariz.

Cabeça, ombro, joelho e pé.

· Cantar a música dramatizando-a;

· Pedir que as crianças mostrem as partes do corpo em si e nos amigos;

· Mostrar gravuras e pedir que indiquem as partes do corpo.

2 - Pop Pop:




Coloque a mão para frente,

Coloque a mão para o lado,

Coloque a mão para frente,

Balança ela agora

Eu danço pop pop

Eu danço pop pop

Eu danço pop pop

Assim é bem melhor!

( Repetir com todas as partes do corpo possíveis. )

· Cantar a música dramatizando-a .

3 - Remexo:

Ponha a mão na cabeça

Ponha a mão na cintura

Dá um abraço no corpo

Dá um abraço doçura

Sai sai sai Oh! Piaba Sai lá da lagoa.

· Cantar a música dramatizando-a.

Relaxamento...

Aproveitar a excelente fase da cantora e apresentadora Xuxa e do estímulo que provoca nas crianças, concluir com o relaxamento da música: Feche os olhos – Do CD Xuxa só para baixinhos 1 – Contém em um dos CDs que acompanham o presente projeto.

Todas as músicas contidas no CD que acompanha o projeto são excelentes para serem trabalhadas de forma dramatizada, como uma ginástica cantada.

Se meu corpo falasse...

Ler de maneira lúdica e agradável um ou mais livros da coleção CORPIM de Ziraldo.

Comentar com os alunos o tema principal dos livros: As partes do corpo e seus sentimentos, pensamentos, ações, ideais e planos futuros.

Propor aos alunos que imaginando a voz de cada parte do corpo respondam perguntas como: Se o nariz falasse, o que ele diria?

E o dente cariado? E os seus pés depois de você andar muito? E a barriga quando você come demais?

Após esta etapa, quando o grupo estiver bastante incentivado pedir que as crianças façam perguntas para as partes do corpo dos amigos.

Deixar que as crianças expressem suas idéias, pensamentos, elaborem suas frases, intervindo o menos possível – mas estimulando sempre, mostrando interesse na brincadeira.

Em um segundo momento o professor – dinamizador deve propor que a turma divida-se em grupos monte os quebra-cabeças das partes do corpo – Modelo em anexo.

Deixar que os alunos montem e desmontem enquanto houver interesse.

É interessante apresentar um cartaz com as partes do corpo e deixar fixo na sala de aula.

Montar bonecos articulados com as crianças, fazendo-as pintar, e deixar que brinquem a vontade por algum tempo – Modelos em anexo.

Os Sentidos...

Já tendo explorado bastante as partes do corpo, observado no espelho, dançando, tocando-o, relaxando... Passar para a segunda fase do projeto: Explorar os sentidos.

· Visão: Mostrar figuras coloridas pequenas, médias e grandes; figuras preta e brancas pequenas, médias e grandes; mostrar de longe, de perto, de muito perto – sempre perguntando o que estão vendo e como. Provocar os alunos para que percebam a importância da visão. E repetir a pergunta: Para que servem nossos olhos?

· Audição: Brincar de identificar sons de instrumentos, da natureza,vozes, barulhos em geral; falar bem baixinho, falar alto, propor que todos sussurrem, gritem, fiquem em silêncio. Enfim, através de diversas brincadeiras provocar para que percebam a importância dos ouvidos e da audição. Repetir a pergunta: Para que servem nossos ouvidos?


· Olfato: Brincar de distinguir diferentes cheiros de olhos vendados – Dizer cheiros que agradam e os que desagradam - provocando-os até perceberem a importância de nosso nariz, de nosso olfato.

· Paladar: Brincar de provar diferentes tipos de alimentos de olhos vendados – provocando-os até perceberem a importância da língua, de nosso paladar.


· Tato: Brincar de sentir diferentes texturas: algodão, lixa, esponja, água fria, água morna, gelo etc.) – provocando-os até perceberem a importância do tato, de sentir o toque. O professor pode criar uma caixa fechada com um buraco apenas para caber as mãos das crianças, e dentro dela devem conter diferentes materiais onde poderão tocar e dizer o que sentem se é macio ou áspero. Outra brincadeira legal é: de olhos fechados, descobrir em que parte dos eu corpo o colega está tocando.

Brincar com o corpo e com os sentidos...

O professor deve propiciar atividades diversas de Psicomotricidade:

· Pular em um pé som ao ritmo de uma música;

· Andar em cima de uma linha traçada no chão com uma bola na mão;

· Subir e descer escadas ao ouvir determinados sons;

· Engatinhar, saltar, com ritmo ou livremente;

· Virar cambalhota com auxílio do professor em um colchonete;

· Vestir e desvestir-se, com a roupa pedida, a cada ordem do professor;

· Dançar em diferentes ritmos;

· Pular entre bambolês;

· Imitar animais;

· Andar em curvas;

· Arremessar e agarrar bolas;

· Brincar de Chefinho mandou;

· Brincar de Morto-Vivo;

· Brincar de Estátua;

· Brincar de cabra-cega;

· E inúmeras outras atividades de acordo com a necessidade da turma, material disponível, tempo e desejo do professor...

Sugestões de Alguns Jogos de Trabalho com corpo e explorando os sentidos:

1 – Caçador de tartarugas:

Os jogadores dispersam-se pelo pátio: são as tartarugas. Ao sinal, o caçador sai correndo para pegar as tartarugas. Estas evitarão ser apanhadas deitando-se de costas, pernas e braços encolhidos, imitando tartaruga deitada de costas. Enquanto estiverem nesta posição, não poderão ser caçadas. O jogador que for apanhado será eliminado.

2 – Jogo das Cores:

Sentados em círculos, os alunos devem aguardar a indicação do professor.

Ao indicar uma cor, exemplo: verde – Todos devem sair correndo e tocar em algo da cor indicada.

3 – Me dá um abraço:

Os alunos devem estar distantes um do outro. Ao sinal especificado: Três palminhas dadas pelo professor, por exemplo, todos devem correr e encontrar um amigo para abraçar.

4 - Lobos e Carneirinhos:

Formação: Traçar no chão duas linhas afastadas cerca de 20 metros uma da outra. As crianças são divididas em dois grupos: lobos e Carneirinhos. Cada grupo se coloca atrás de uma linha. O grupo dos lobos fica de costas para o grupo dos Carneirinhos.

Desenvolvimento: Ao sinal do professor, os Carneirinhos saem a caminhar, o mais silenciosamente possível, em direção aos lobos. Quando estiverem bem próximo deles o professor diz: “Cuidado com os lobos”!Estes, então, voltam-se rapidamente em partem em perseguição aos Carneirinhos. Os Carneirinhos apanhados antes de alcançar a linha original ( de onde vieram) passam a ser lobos. Na repetição da brincadeira invertem-se os papéis.

Sugestão: Antes de proporcionar essa brincadeira, é interessante que se explore o que se sabe e se discuta sobre esses animais: Como são? Quem já viu um carneirinho? Quem já viu um lobo? Onde? Quando? Se viu, o que achou do animal? Vamos imitar um lobo? Vamos imitar um carneirinho?

O professor deve explorar o tema de acordo com o interesse das crianças.

5 - Onça Dorminhoca:

Formação: Formar com os alunos uma roda grande. Cada criança fica dentro de um pequeno círculo desenhado sob os pés, exceto uma que ficará no centro da roda, deitada de olhos fechados. Ela é a Onça dorminhoca.

Desenvolvimento: Todos os jogadores andam a vontade, saindo de seus lugares, exceto a onça dorminhoca que continua dormindo. Eles deverão desafiar a onça gritando-lhe: “Onça dorminhoca”! Inesperadamente, a onça acorda e corre para pegar um dos lugares assinalados no chão. Todas as outras crianças procuram fazer o mesmo. Quem ficar sem lugar será a nova Onça dorminhoca.

Sugestão: O professor poderá proporcionar um estudo sobre a onça, de acordo com o interesse das crianças: Quem já viu uma onça?

Aonde? Quando?

Como ela é? Como vive? O que come?

Quem quer imitá-la?

Confeccionar uma máscara de cartolina ou papelão para aquele que fará o papel da onça.

Partindo deste estudo, a criança, quando for desenvolver a atividade, criará um personagem seu relativo à brincadeira.

6 - Corrida do Elefante:

Formação: As crianças andam à vontade pelo pátio. Uma delas separada utiliza um braço segurando com a mão a ponta do nariz e o outro braço passando pelo espaço vazio formado pelo braço. ( Imitando uma tromba de elefante).

Desenvolvimento: Ao sinal, o pegador sai a pegar os demais usando somente o braço que está livre ( O outro continua segurando o nariz). Quem for tocado transforma-se também em elefante, logo, em pegador, adotando a mesma posição. Será vencedor o último a ser preso.

Sugestão: As crianças, durante a brincadeira podem caminhar como um elefante.

Sempre é bom...

· Trabalhar com parlendas, adivinhas, trava-línguas;

· Desenhar livremente ou de maneira orientada – Exemplo: Desenhe seus olhos.

· Trabalhar pesquisas. Deixar que as crianças recortem e colem diferentes figuras de corpo humano;

· Usar as cantigas e brincadeiras de roda;

· Modelar bonecos, procurando colocar todas as partes do corpo;

Para finalizar o projeto sugerimos a criação de um boneco do tamanho das crianças feito de sucata – Nomeá-lo, listar suas características de personalidade e caráter, cada parte do corpo que for sendo criada o professor aproveita para revisar tudo que já trabalharam.

Autoria: Patrícia Fonte





Modelos de Quebra – cabeças das partes do corpo:







·










Xerocar ou mimeografar os modelos acima

· Colar atras de uma cartolina ou de um papel cartão

· Plastificar

· Recortar no pontilhado

· Estão prontos os quebra-cabeças para as crianças brincarem de formar os corpos da menina e do menino


A importância do brincar com o corpo na Educação Infantil:

Durante muito tempo as creches, Pré-Escolas ou Jardim de Infâncias foram consideradas locais para deixar a criança com alguém de segurança para os pais poderem exercer seus trabalhos, ou, no máximo, um local para brincar. Hoje sabemos a importância e o papel pedagógico, educativo, social desta fase da criança.

Pesquisas demonstram que quando a escola é um ambiente altamente estimulante, onde possam ter como se explorar, imitar, olhar, escutar, expressar-se através de sua fala e em contato com crianças da mesma faixa etária, tendo a professora como facilitadora e orientadora, as crianças com menos de 6 anos desenvolvem sua inteligência de forma surpreendente.

A nós educadores cabe propiciar atividades diversificadas e criar ambientes educativos cada vez mais ricos e desafiadores.

"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."

( Carlos Drumond de Andrade )

A brincadeira é o caminho do desenvolvimento cognitivo na infância. E é a partir da exploração do seu próprio corpo e dos amigos que iniciam as construções dos conhecimentos e habilidades principais. Em vez de impedí-las de brincar, o ideal é apresentar materiais que incentivem brincadeiras diversas e enriqueçam cada vez mais o processo ensino-aprendizagem.

Autoria do Projeto: Patrícia Fonte

Atividades para o Maternal

Da fralda ao vaso...

Objetivos:
Favorecer um processo tranqüilo de retirada de fraldas para as crianças, respeitando ritmos e necessidades;
Auxiliar a equipe a construir competências para o bom acompanhamento do processo;
Promover um diálogo com as famílias, favorecendo ações em conjunto com a creche.



Tempo estimado:

O ano todo.


Desenvolvimento:


1ª etapa:

O trabalho deve ser iniciado com a articulação com as famílias. Em reunião com pais ou responsáveis, compartilhe informações sobre a retirada das fraldas. Ressalte três pontos importantes: o primeiro é que a iniciativa deve partir das crianças e é uma importante conquista na vida delas. O segundo é que os adultos devem ficar atentos aos sinais de que ela já está pronta. E o terceiro é que as ações em casa e na creche devem ser coordenadas. Quanto mais a instituição se colocar como parceira, aberta para esclarecer dúvidas e disponível para ajudar na resolução de problemas, mais tranqüilo e bemsucedido será o processo.

2ª etapa:

Um ou dois meses depois da primeira reunião, chame os pais para conversar individualmente ou em pequenos grupos. Estabeleça decisões para dar início à retirada de fraldas de cada criança: para algumas, será o caso de manter só à noite; para outras, será preciso esperar mais.

3ª etapa:

Com os professores e a equipe de funcionários, realize encontros de formação para que eles compreendam como se dá o processo de abandono das fraldas. Estabeleça os principais procedimentos - o mais importante é a criação de uma rotina específica para que todos possam ir ao banheiro.

4ª etapa:

Na sala, o processo precisa ser flexível para respeitar as fases de cada um. A professora pode convidar a turma para ir ao banheiro, em média, a cada 30 minutos. É importante combinar essa atividade com outras para os que já utilizam o vaso normalmente. Para incentivar a troca de informações sobre essa fase, promova conversas com as crianças e escute seus comentários.

Avaliação:
Observe junto com os colegas e os pais a evolução de cada criança. Acolha as que demonstram mais dificuldade, ouça suas angústias e evite que se sintam repreendidas ao deixar "escapar" um xixi ou cocô.

Murais



ESTAVÁMOS ESPERANDO VOCÊS PARA:
BRINCAR, CANTAR, DANÇAR, ESTUDAR, CRIAR, E JOGAR!!!
Dentro do coração eu escrevi a frase acima.
Ampliei esta imagem que tirei da Internet e fiz para decorar o Mural da sala, ficou lindodooooo!!!!!

SEGUE ABAIXO AS PARTES DO MURAL PRONTAS PARA IMPRIMIR COLAR E MONTAR A IMAGEM EM TAMANHO GRANDE PARA FAZER UM LINDO PAINEL







PROJETO CONTOS DE FADAS




PROJETO CONTOS DE FADAS

PÚBLICO ALVO:
Educação Infantil – Mini Maternal e Maternal
Duração:
03 meses
Áreas envolvidas:
Inglês Música
Judô Expressão Corporal
Dança Português
Educação Física Matemática
JUSTIFICATIVA:

Os contos estão envolvidos no mundo das crianças e partem de uma situação real e concreta, para proporcionar emoções e vivências
significativas. Neste gênero aparecem seres encantados e elementos mágicos pertencentes a um mundo imaginário que todas as crianças se encantam. Por meio de linguagem simbólica dos contos, a criança vem a construir uma ponte de significação do mundo exterior para seu mundo interior, aprendendo valores, refletindo sobre suas ações, desenvolvendo seu senso crítico, sua criatividade, sua expressão e linguagem.
OBJETIVOS CONCEITUAIS:

• Identificar personagens de contos de fadas, como: magos, fadas, duendes, anões, gigantes, etc.;
• Identificar os contos pela linguagem típica dos mesmos;
• Identificar as marcas temporais presentes nos contos;
• Identificar letras e palavras conhecidas presentes nos títulos das histórias e nomes de personagens.
OBJETIVOS PROCEDIMENTAIS:

• Ampliar as possibilidades de movimentos;
• Expressar-se por meio de desenhos, pinturas e colagens;
• Desenvolver a linguagem oral;
• Dramatizar histórias, por meio de expressões orais
• Descrever cenários e personagens;
• Identificar soluções de conflitos presentes nos contos;
• Identificar títulos de histórias conhecidas;
• Continuar histórias a partir de um determinado ponto;
OBJETIVOS ATITUDINAIS:

Possibilitar um instrumento onde as crianças coloquem suas emoções e necessidades;
Sistematizar situações problema, a partir de contos, para as crianças refletirem criando alternativas de acordo com seus pensamentos;
Buscar no mundo da fantasia possíveis soluções para os problemas de mundo real;
Resgatar a importância do “contar histórias”, no contexto familiar;
Valorizar o conto (popular e de fadas) como parte da tradição dos povos;
Aprender valores;
Desenvolver o senso crítico e a criatividade.
METAS:
Desenvolver noções de valores e incentivar a leitura.
METODOLOGIA:
1) Leitura de contos de fadas e histórias infantis:
• Criar situações de fantasia e encantamento;
• Trabalhar as emoções que as histórias transmitem;
• Conhecer elementos mágicos: fadas, anões, gigantes, bruxas, etc.;
• Resgatar a importância que os contos populares e de fadas exercem sobre as crianças;
• Conto das histórias com o tapete de histórias e participação das crianças;
• Reprodução de histórias ouvidas com fantoches, levando em consideração as seqüências temporais;
• Dramatização de histórias conhecidas, onde as crianças sejam as
personagens;
• Apreciação da leitura feita pela professora;
• Identificação de valores encontrados nas personagens das histórias.
ANÁLISE DOS CONTOS DE FADAS, OBSERVANDO:
• Temporalidade;
• Linguagem própria diferente da linguagem do cotidiano;
• Descrição de cenários e personagens;
• Presença do conflito (bem e mal, protagonistas e antagonistas);
• Resolução de conflitos, levando a um final feliz;
• Presença de elementos fantásticos (bruxa, fadas, anões, magos, gigantes...);
• Listar oralmente as histórias preferidas;
• Reconhecer títulos de histórias e nomes de alguns personagens;
• Continuar a história a partir de um ponto estabelecido pela professora;
• Elaborar um novo final, diferente do original;
• Analisar as características das personagens na história.
DRAMATIZAÇÃO DAS HISTÓRIAS, OBSERVANDO:
• Expressões faciais;
• Criatividade;
• Vocabulário;
• Narração;
• Movimentos espontâneos e programados;
• Postura e encenação;
• Colocação de voz.
RECURSOS MATERIAIS:

• Tapete de histórias;
• Fantoches de diversos tipos;
• Fantasias de acordo com os personagens;
• Lápis de cor, giz de cera, papéis coloridos, tinta guache, pintura a dedo, cola, tesoura e pincel.
• Livros de contos de fadas e histórias infantis.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através da observação diária das crianças nas atividades propostas, tais como:
• Reprodução das histórias, mantendo seqüências temporais
• Dramatização de algumas histórias, utilizando fantasias e fantoches
• Pintura, colagem e desenho sobre as histórias;
• Criação de novos finais para os contos;
• Adaptação dos contos, conforme a criatividade dos alunos;
• Reconhecimento de personagens, cenários e títulos de histórias;
• Manifestação dos valores trabalhados nas histórias, nas atitudes do dia a dia;
• Apreciação da leitura feita pelo outro;
• Ampliação da linguagem oral.
CONTOS SUGERIDOS:
Chapeuzinho Vermelho
Cinderela
Branca de Neve
A Pequena Sereia
Os três Porquinhos
Rapunzel
Bambi
Pinóquio
A Bela Adormecida